Black Mirror - 4ª Temporada | +REVIEW

8 de jan de 2018
A temporada  de “Isso é muito black mirror!” está oficialmente aberta.

E aí, pessoal! Como estão? Espero que bem. Antes de iniciarmos a Review de hoje, gostaria de me apresentar. Me chamo Gabriel e faço parte do site +REVIEWS (um site muito interessante, recomendo) e fizemos uma parceria super legal com o blog da Cecília em que uma vez por mês iremos postar uma coluna especial no blog dela e vice-versa. Estamos muito animados com o novo projeto e espero que vocês também gostem. Lembre-se de deixar seus comentários, críticas ou sugestões para que possamos sempre trazer conteúdos cada vez mais legais para vocês. Sem mais delongas, vamos ao que interessa.


A temporada  de “Isso é muito black mirror!” está oficialmente aberta. No último final de semana estreou a quarta temporada da série dividida em novos seis episódios. Analisando como um todo foi uma temporada aquém de suas anteriores. Os episódios em si em alguns momentos pareciam lentos e arrastados, principalmente durante o episódio 5 (que tédio!).
 Achei que por efeito de organização seria mais fácil dividir a review em seus episódios com o intuito de demonstrar minhas impressões individuais separadamente. Vamos lá?


Episódio 1: U.S.S Callister.



Quem me conhece sabe que não morro de amores por ficção científica, entretanto, logo nos primeiros minutos de exibição, captei as diversas referências a Star Trek. e a outros filmes consagrados do gênero. Ao iniciar o episódio, achei que se tratava de a gravação de um filme ou algo semelhante, mas logo em seguida somos apresentados a uma tecnologia capaz de transportar o personagem para uma espécie de jogo, proporcionando uma imersividade nunca antes vista. O episódio é claramente dividido em dois momentos: A parte do jogo, em que todos os personagens apresentam roupas coloridas e visuais exóticos (como na foto acima) em que seu capitão é um líder supremo e possui o máximo respeito de sua tripulação; E a vida real onde todos se vestem de maneira quase igual em tons de cinza e preto em que o programador é praticamente ignorado e rejeitado por todos, o famoso zero à esquerda. Tal programador utiliza de sua tecnologia para demonstrar sua soberania perante aos demais usuários, transportando-os para o mundo do jogo, sendo assim capaz de subjugá-los. Vi críticas extremamente positivas quanto a esse episódio, elegendo-o como um dos melhores da temporada (e até mesmo da série), entretanto, como disse anteriormente, ficção científica não é meu estilo favorito de filmes e, como resultado, fiquei entediado durante diversos pontos do episódio, que aborda temas como cyberbulling, vício em jogos e relações abusivas no trabalho. Para mim foi um episódio morno, sem grandes momentos de surpresa, mas a temporada estava apenas começando e sabia que seria surpreendido.

Episódio 2: Arkangel.


Dirigido por ninguém menos que Jodie Foster, o segundo episódio demonstrou uma qualidade superior perante ao episódio de abertura da série, com uma temática mais agressiva e interessante. Em outras palavras, estilo Black Mirror de ser. Após a perda de sua filha, uma mãe descobre uma nova tecnologia chamada Arkangel que possibilitaria controlar em tempo real a localização da filha através de um tablet. Mas não para por aí. Entre diversas funcionalidades, o equipamento possui uma espécie de filtro em que é possível escolher que tipo de conteúdo ela deseja que sua filha entre em contato. Conseguem perceber a semelhança com nossa vida? O tempo vai passando e a situação foge do controle após Sarah começar a se questionar sobre tudo o que ela não consegue enxergar através do filtro e a partir daí, é uma sucessão de cenas que culmina em um último ato bizarro e sufocante. 
O episódio trata claramente sobre temas sobre o uso exacerbado da tecnologia na educação dos filhos e relações controladoras entre pais/filhos. Podemos citar também a questão da liberdade e no livre arbítrio nas escolhas. Até onde os pais podem e devem influenciar nas escolhas dos seus filhos? Em contra partida, os pais apenas querem o melhor para os seus filhos. O drama é tão humano e tão real, os diálogos profundos e bem construídos e a competente direção de Jodie trouxeram um excelente episódio para a temporada, o mais humano, em minha opinião. 

Episódio 3: Crocodile.

Um episódio que traz a culpa de seus atos como protagonista em sua narrativa principal. Após um acidente em uma estrada, um casal se livra do corpo do ciclista que haviam atropelado e acham que estariam seguros pois não haviam testemunhas do ocorrido. Anos se passam e tudo parece estar bem até Mia Nolan ser convidada para receber um prêmio da empresa em que trabalha. Ela se hospeda em um quarto de hotel, onde vira testemunha de um pequeno acidente que acontece nas redondezas do hotel. Mia vê sua vida virar de cabeça para baixo ao ser procurada por uma funcionária de uma seguradora que está investigando o tal acidente. A reviravolta: Ela possui um mecanismo que é capaz de acessar as lembranças das pessoas em busca de provas mais concretas dos acontecimentos a fim de apurar os casos. Entretanto, o que ela encontra na mente de Mia vai além dos dados que ela precisava e outros crimes paralelos são descobertos. 
É uma excelente história de suspense, mas se assemelha muito com episódios de outras temporadas de Black Mirror. Vale destacar a atuação da protagonista, que consegue exprimir exatamente o que ela se propôs a fazer. O episódio possui várias cenas tensas enquanto observamos até o quão longe Mia é capaz de ir para manter seus segredos enterrados em sua mente. 

Episódio 4: Hang The DJ.

Durante a exibição dos três primeiros episódios fui assistindo com a sensação de estar vendo mais do mesmo, eu me explico: Ainda não havia assistido nenhum episódio que provocasse aquela sensação de “isso é muito black mirror” até começar o quarto episódio da temporada, intitulado como "Hang The DJ". Palavras me faltam para explicar o que senti assistindo ao episódio (Foram as mesmas sensações que tive ao assistir San Junipero, a menina dos olhos da terceira temporada). 
O episódio apresenta um universo em que cada pessoa possui um equipamento que é capaz de encontrar seu par perfeito. (Oi, Tinder, tudo bem?). Através de experiências pessoais, o dispositivo encontra randomicamente pessoas e os “juntam” em relacionamentos que possuem um prazo de validade. O casal então é obrigado a passar o determinado tempo juntos e ao término desse prazo pré estabelecido pelo aplicativo os ensinamentos e experiências seriam transmitidos para um banco de dados que seria alimentado e a pessoa passaria para o relacionamento seguinte até que seja possível para o sistema apontar o par perfeito para aquela pessoa.

Uma das frases que mais me marcaram durante a exibição do o episódio foi que em dado momento a protagonista vira para o seu par e pergunta: “Como que as pessoas faziam para se relacionar sem o uso de tal tecnologia?" É uma clara crítica ao “modelo padronizado” de relacionamentos que possuímos hoje em dia, a forma artificial que tratamos os demais e, mais uma vez, o uso da tecnologia no controle das relações humanas; elas não são mais utilizadas como ferramenta de apoio. Transformaram-se em alicerces. Uma outra crítica que é feita durante o episódio de maneira velada é a pressão que a sociedade exerce perante as pessoas de encontrar sua alma gêmea. Mas lhe pergunto, como você se comportaria diante de um relacionamento que já possui data para acabar? 
Essas são só algumas discussões que pude levantar enquanto assistia ao episódio, que é todo muito bonito, esteticamente falando. Achei todos os diálogos muito interessantes, os protagonistas extremamente carismáticos nos cativam a continuar assistindo e, mais uma vez, um final que foge do script levando em conta o histórico da série. Eis que surge Hang the DJ e recebe a coroa de melhor episódio da série. Um primor, do início ao fim. Bonito, romântico, pegajoso ao estilo San Junípero, com um final atípico dos demais episódios, mas mesmo assim, capaz de te deixar com aquela pulguinha atrás da orelha.

Episódio 5: Metalhead


Estava em êxtase por conta do ultimo episódio e sem mais delongas resolvi assistir ao quinto episódio chamado Metalhead, mas o episódio caiu em mim como um balde de água fria e não irei entrar em muitos detalhes acerca do mesmo. Ambientado em um mundo devastado, uma mulher precisa arranjar uma maneira de sobreviver a uma máquina altamente mortífera e treinada para eliminá-la enquanto busca por suprimentos para o grupo no qual ela faz parte. Porém o episódio simplesmente não vai adiante. Não possui muitos diálogos e quando eles aparecem, são chatos; é tudo muito parado o tempo todo. Achei que o episódio destoou totalmente dos outro cinco e, por várias vezes, pensei em desistir e pular para o próximo. Mas isso é Black Mirror: Ou você ama um episódio, ou detesta. Os episódios não podem ser apenas ok. Achei a história meio solta, sem nenhuma conexão entre os acontecimentos, mas apesar de tudo, ele é todo filmado em preto e branco (técnica já utilizada em episódios de outras temporadas) e proporciona um visual muito bonito para as paisagens desoladas em que a história se passa. Mas não encheu meus olhos. Definitivamente não assistiria novamente.  

Episódio 6: Black Museum



O último episódio me causou um misto de sensações. Achei uma maneira incrível de terminar a temporada e nos foi apresentado um episódio técnico e cheio de reviravoltas, suspense e referências à episódios anteriores da série. Black Museum é uma espécie de museu (jura?!) localizado exatamente no meio do nada em que todos os artefatos tecnológicos que serviram para auxiliar "crimes digitais" são expostos.


Dentre as "atrações" do Museu temos a tecnologia utilizada pelo programador para transportar suas vítimas para seu jogo de realidade espacial em U.S.S Callister (episódio 1) e o tablet que possibilita o controle total de seus filhos de Arkangel (episódio 2). Nesse momento eu percebi que o episódio seria mais denso do que imaginava. 
Durante o episódio somos apresentados a outros dois dispositivos que, em algum momento, acabaram prejudicando alguém, como o "transplante de almas".  Ambas as histórias foram muito interessantes e bem contadas, com cenas que intercalavam entre os flashbacks dos acontecimentos e a narrativa do estranho curador do museu. Ao estilo Black Mirror de ser, Black Museum apresenta em seus minutos finais uma reviravolta extremamente prazerosa para os amantes da justiça e encerra a temporada com um gostinho de quero mais, utilizando o tal museu como um resumo do que é toda a série: O mal uso da tecnologia pelos seres humanos.


Após uma análise dos seis episódios, consigo perceber que o 4º ano de Black Mirror entrega exatamente aquilo pelo qual a série se tornou conhecida. Possui altos e baixos, como em qualquer temporada e acho que é necessário que eles busquem novos temas e se arrsiquem mais, pois em alguns momentos parece que já assistimos determinado assunto em seus episódios anteriores, contudo continuam astutos  e não perderam o toque de excentricidade e surpresa pelo qual a série se consagra como um dos vícios dos últimos anos.


Nota: 8,5. 


Essa foi a Review de hoje, a nossa primeira aqui no site 365 Cores do Universo. Espero que vocês tenham gostado, não esqueçam de deixar seus comentários, críticas, dúvidas e sugestões, é sempre muito legal ter essa interação com vocês. Convido a todos a darem uma passadinha no +REVIEWS para conhecer nosso trabalho e nos vemos em breve!


24 comentários:

  1. Apesar de todos os comentários ruins que estão circulando na Internet, eu gostei da temporada, no geral. Hang the DJ e Black Museum foram os melhores sem dúvidas, mas eu também gostei bastante de USS Callister (também não sou muito fã da temática e achei que ia odiar o episódio, mas foi uma surpresa). Eu estava com muitas expectativas para Arkangel, tanto que foi o primeiro que eu assisti, mas foi um pouco decepcionante... achei que eles poderiam ter trabalhado muito mais o tema (que, por sinal, era sensacional). Metalhead, nem tem muito o que falar, foi entediante demais... uma pena, porque acho que teria dado um ótimo episódio. As referências em Black Museum foram demais, inclusive as de White Bear, que definitivamente é um dos meus episódios favoritos da série!
    No geral não foi ruim, mas não supera as outras temporadas.

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    1. Thalita, que bom que compartilhamos da mesma opinião sobre Hang The DJ e Black Museum, de fato foram os melhores em uma temporada em que os episódios não foram "tão Black Mirror" assim. Muito obrigado pelo seu comentário!

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  2. Olá, tudo bom?
    Eu tenho curiosidade sobre a série, não sei porque ainda não iniciei. Vi muitos comentários negativos sobre essa ultima temporada, mas lendo sua revisão de cada episódio, eu gostei bastante. Mas só assistindo pra saber.
    Parabéns pela parceria, adorei a ideia.

    Beijos, Ally.
    Amor Literário

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    1. Oi, Aline! Tudo sim e você?

      Black Mirror é uma série muito linear; não tem meio termo. Ou você vai gostar muito ou odiar, hahahah. Como (em teoria) os episódios não apresentam conexão entre si, recomendo a começar pela 3ª temporada - os melhores episódios estão nela. Depois conta pra gente o que achou! E muito obrigado, iremos trazer conteúdos diversificados para o site.

      Beijos, Aline. Prazer em te conhecer! (E irei dar uma passadinha no seu site, também.)

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  3. Oie, Gabriel!

    Parabéns pela parceria e sucesso!
    Eu gostei bastante do post! Ainda não assisti nada da série mas tenho curiosidade, esse é o primeiro post que vejo a respeito e me interessou. Você falou de forma perfeita pra se ter uma ideia do que esperar.
    Vou conferir!

    bjs,
    Fe
    Conduta Literária

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    1. Oi, Fê! Muito obrigado pelas boas vindas e por seu comentário.

      Depois que assistir conta pra gente o que achou, quero discutir a respeito dos episódios, mas quase ninguém assiste! Hahahahah

      Grande beijo!

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  4. Ola Gabriel.
    Eu não conhecia nada sobre Black Mirrow além do nome. Mas sou apaixonada por ficção científica e pelo que percebo parece que existe um pouco disso nela, assim como cada episódio diferente um do outro com histórias separadas.
    Um dia quem sabe
    Beijos.
    Fantástica Ficção

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  5. Olá, Jessica.

    Sim, a série mescla muito ficção científica com temas da atualidade, com certeza irá gostar.

    Grande beijo pra ti e obrigado pelo comentário.

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  6. Bem vindo!
    Ficou ótimo o review, adorei a sinceridade rsrs as vezes as series começam já com muita adrenalina e depois não se mantem, mas não parece ser o caso dessa. Eu particularmente curto bastante as referencias e o gênero sci-fi:)

    osenhordoslivrosblog.wordpress.com

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    1. Olá, muito obrigado pelas boas vindas e por seu comentário! Nós do + Reviews esperamos ver sempre sua opinião!
      A série possui um meio termo ao se tratar de adrenalina, como os episódio não possuem uma sequência entre si, a "quebra de ritmo" acontece com muita frequência, mas todos os episódios possuem críticas sobre assuntos que precisamos discutir hoje em dia. Depois conta pra gente o que achou caso assista! :)

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  7. Olá, Gabriel! Também é a primeira vez que visito o blog e gostei bastante.
    Vamos lá. Parei de assistir Black Mirror na metade da terceira temporada (não lembro o episódio ao certo), então confesso pulei as partes que você fala um pouquinho sobre cada episódio para não estragar o fator surpresa. Então, quando maratonar o restante da terceira e os episódios da quarta temporada, volto aqui para ver a sua opinião completa. No mais, a sua review serviu para diminuir um pouquinho a expectativa quanto aos novos episódios, já que na sua opinião, a série não arrisca e entrega mais do mesmo. Obrigada pela review. Beijos.

    https://abducaoliteraria.wordpress.com

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    1. Ei, Gisele! Muito obrigado pelo seu comentário. Esperamos você aqui novamente depois que acabar a temporada! Queremos saber o que achou!

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  8. Oi Gabriel
    Eu assisti só o primeiro episódio da primeira temporada de Black Mirror e não gostei kkk nem vou terminar. Imagino que eu não gostaria do resto da série também kk Mas para quem gosta, é uma ótima pedida. Parabéns pelo post.
    Bjos, Bya! 💋

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    1. Olá, eu entendo você, o primeiro episódio é realmente traumático, HAHAHAHAHA. E obrigado pelo comentário

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  9. Oii Gabriel, tudo bem?? Adorei a postagem, a maneira como falou de cada episódio. As vezes as série não se mantem na mesma pegada do início né, e isso as vezes nos desanima.
    Mais no geral ouvi muitos comentários positivos sobre a série, e achei muito interessante. Espero em breve poder vê-la!
    Beeijs

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    1. Olá, Jardim Literário. Primeiramente, muito obrigado por seu comentário e fico feliz que tenha gostado da Review.

      A série vale muito a pena ler, espero que assista e goste!

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  10. Oii
    Ainda não vi todos os episódios dessa temporada mas Arkangel e Hang the Dj já são uns dos meus favoritos da série! Estou louca para ver BlackMuseum

    Beijos!

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    1. Oi, Íris! Obrigado por seu comentário, Hang the DJ o mais foto e se gostou de Arkangel, com certeza irá amar Black Museum. Depois conta pra gente o que achou quando assistir. Grande beijo pra ti.

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  11. Oii, tudo bem? Achei super interessante sua analise, mas nunca assisti a série e confesso que ela não me atrai muito. Não faz muito o meu estilo rsrs. Mas parabéns pela Review está muito boa! Bjss
    http://blogviagensliterarias.blogspot.com.br/

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    1. Eii, Suyanne, tudo sim e com você? Obrigado pelo comentário e ficamos felizes que tenha gostado da Review! Esperamos te ver mais vezes nos comentários. Um beijo!

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  12. Eu leio um post assim e acho o máximo, mas faz algum tempo que abandonei as séries e fiquei só com os livros. Não me pergunte porque mas não tenho vontade nenhuma de começar uma nova pra acompanhar, mesmo lendo que tem ótimas séries em andamento. Quem sabe um dia me animo de novo? Elis Blog Pretenses

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    1. Eu entendo, mas fico feliz que tenha gostado do post e, caso você se anime e resolva assistir a série, conta pra gente aqui nos comentários!

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  13. Meu episódio favorito foi Hang the DJ, adorei ver no episódio a Georgina Campbell, é uma atriz preciosa que geralmente triunfa nos seus filmes. Recém a vi em Rei Arthur um dos melhores lançamentos de filmes 2017, inclusive a passarão em TV, sendo sincera eu acho que a sua atuação é extraordinário, em minha opinião é a atriz mais completa da sua geração, mas infelizmente não é reconhecida como se deve.

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    1. Hang the DJ também é meu episódio favorito de toda a temporada e, de fato, a atriz é extremamente competente e talentosa. Eu não a conhecia, mas irei passar a prestar mais atenção em sua atuação. Quanto ao filme citado, também não o assisti, mas irei buscar na internet e conto pra você o que achei depois, Simone.

      Muito obrigado por seu comentário.

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